Uns achavam que, apesar de não haver democracia, o Egito estava crescendo até virar um país de primeiro mundo, e voltar a ser a potência que foi antigamente (antigamente pacaráleo. Antes de Jesus nascer, papá.) Outros achavam que de nada adiantava crescer se a população não podia fazer porra ninhuma.
No fim, o sacana acabou renunciando, todo mundo comemorou, foi uma festa retada.
Bom, nada acorreu como a população esperava. Apesar de se tornar um pouco mais democrático, nada espantoso aconteceu. Mas, de grão em grão, a galinha enche o papo, pápis. E, quam sabe, daqui a 100 anos, o Egito não é a potência, a Disney vira um parquinho fudido e a Afro-Disney atrai turistas, a língua mundial deixa de ser o inglês e vira o árabe. Atup euq uirap. (num é árabe não. É só puta que pariu ao contrário).
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O país era o Brasil. O mandatário já estava há um tempão, e, quando ele não estava, era seu papai. Foi quando a galera se retou e resolveu tomar uma providença. Entretanto, mmantendo a classe. Nada de violência. O pau comeu. Sendo a revolução mais moderna, nada de violença. A discussão era pelo Tuíter. Mas o pau cumeu, ainda que no Tuíter.
Uns achavam que, apesar de não haver democracia, o time estava crescendo até se tornar o melhorzão, como já fora antigamente (antigamente pacaráleo. Um pouco depois de Jesus nascer.) Outros achavam de que nada adiantava crescer se a população não podia fazer porra ninhuma.
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Se Cabelinho de Gel se picasse, provavelmente nada espentoso aconteceria. Quer dizer, nada espantoso quanto aos jogadores, à comissão técnica etc. Mas pra a torcida... Ela poderia escolher em quem votar, e, mesmo que todos os candidatos fossem uma disgrama roxa, o time seria tão transparente quanto o gel de Marcelinho (by Zé Ricardo, do Blog do Torcedor do Bahia do Globo Esporte).
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