26 de fev. de 2012

Camassa x Bahêa (ou Velhos Tempos)

O Baianão já foi melhor. Não que o Camaçari já teve um grande time. Na verdade, em toda sua história, a Bahia só teve um grande: o Bahia (história a partir de 1931, combinado?). Claro: O Flu de Feira, o Bahêa de Feira, o Camaçari, o Galícia, o Ypiranga e até o Vitorinha-BA já ganharam, mas respeitado no Brasil, nas América, no Mundo e na Bahia, só o tricolaço.

Não que este tenha deixado de ser isso tudo, mas o problema é que escrever sobre o Baianão é broxante, já diriam os sacanetas do BBMP, e em outros tempos não foi.

PRUQUÊ, MISÉRA?


Primeiramente, eu pensei que era porque antes a gente goleava e agora os jogos eram chatos (3x2, 3x3, 0x0, 0x1). Mas vi que não. Falcão chegou e botou o time pra jogar bonito e ofensivo, mas escrever sobre o Baianão continuou chato.

Então eu não vou nem escrever a escalação e as porra. Vamos brocar com qualquer que seja a escalação. Mas fica a dúvida, papá: por quê escrever sobre o Baianão é tão broxante?

Um comentário:

  1. Eu acho que deveria ser como o campeonato carioca: dois turnos, semifinais e finais em ambos, e os campeões de cada turno se enfrentando na final. Claro que o Bahêa ganharia os dois turnos, mas mesmo assim ficava mais animado.

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